A paróquia Santo Agostinho, localizada no bairro liberdade, na cidade de São Paulo, começou a ser construída no dia 27 de agosto de 1911, com a colocação da pedra fundamental pelo então Arcebispo de São Paulo, Dom Duarte Leopoldo e Silva.
Se externamente o estilo arquitetônico impressionava, interiormente a Igreja de Santo Agostinho possui uma beleza artística e religiosa bem características. Seus altares foram entalhados em mármore italiano e madeiras de lei. É praticamente toda ornada com belíssimos vitrais que retratam a vida de Santo Agostinho e dos demais santos agostinianos. Existem 6 capelas laterais dedicadas respectivamente a Nossa Senhora Aparecida, Nossa Senhora do Pilar, Santa Rita de Cássia, Santo Antônio, São Jose e a capela do Calvário. Destacam-se também, suas pinturas e afrescos, pintados por muitos artistas da época, entre estes, o renomado pintor espanhol Pedro Antônio.
Na paróquia Santo Agostinho, encontra-se, para motivo de grande alegria dos fiéis e dos Frades Agostinianos, os restos mortais do beato Pe. Mariano de La Mata Aparício, beatificado no ano de 2006. Padre Mariano trabalhou muito tempo na Paróquia e no colégio Santo Agostinho. Ainda hoje muitos fieis lembram emocionados do frade simples que distribuía balas para as crianças e caridade para com todos.
Hoje a paróquia tornou-se um importante lugar de oração e meditação para toda a comunidade e especialmente para os alunos do colégio Santo Agostinho. Muito procurada também, por aqueles que desejam iniciar e enriquecer sua vida cristã, através da catequese, batismos, casamentos e confissões.
Rua Dr Félix -liberdade são paulo
De acordo com as instruções da professora Joana Ormundo para nossa pesquisa da APS (Vozes da cidade e visibilidade: direitos fundamentais, memória e representação social dos moradores das metrópoles) seguimos em busca de moradores e instituições que nos contasse um pouco da constituição dos bairros da Aclimação e Liberdade. Em uma busca para nossa pesquisa de campus, encontramos um morador muito humilde e compreensível, seu nome é Lino, tem 48 anos e mora na Rua Doutor Félix no número 162 a 20 anos. Fizemos um compilado de perguntas, sobre como era o bairro a 20 anos, ele que 70% dos prédios da região não existia que a pelo menos 22 anos havia mais sobrados do que condomínios, e ao dizes isso ele expôs os pros e os contras da consequência da urbanização, ele afirmou que antigamente as ruas eram mais tranquilas os moradores tinham mais contatos interpessoais, o trânsito era controlado e os problemas de infraestrutura do bairro tinha mais intervenção do governo, já atualmente ele diz que por outo lado a explosão da urbanização multiplicou moradias, ampliou os comércios gerando assim mais empregos e disponibilizou mais opções de hospitais a população, só que o preço foi caro para os antigos moradores do bairro.
“Ah, eu sou apaixonada por esse lugar! Meu marido já quis mudar, mas eu não quero não, quero ficar aqui. É tão simples, mas tão acolhedor. Antes tinham poucos moradores e era muito mato, mas foi vindo cada vez mais pessoas buscarem um cantinho e sempre foram todos acolhidos, como eu fui. Uma certeza que eu tenho é do quanto todo mundo aqui se cuida, se interessa por ajudar o outro. Podem não se falar tanto, mas estão sempre protegendo o outro.”
Entrevista da moradora Alexandra do bairro Jd. Brasília na zona leste de São Paulo. Mora no bairro desde que nasceu, há mais de 30 anos. o relato completo e outras entrevistas estão disponíveis no link: https://conhecendoobairrojardimbrasilia.blogspot.com/
“Entrevistador: Então desde os seus 10 anos a senhora nunca saiu aqui do bairro? Pode me falar um pouco de como ele era quando a senhora tinha esta idade?
Entrevistada: Olha, eu sai aqui do bairro quando eu me casei, eu fui morar em Minas com o meu marido, junto com a família dele, isso eu devia ter uns 25 anos. Mas ai, como aqui em São Paulo tinha mais chances de emprego, uns três anos de casado nós viemos para cá e ficamos morando com meus pais, na casa que era dos meus avós. Um tempo depois a gente construiu uma casinha no terreno deles, eu acho que hoje, esse terreno deve ser lá perto do parque ali nas ruas debaixo”
A seguinte entrevista conta as lembranças e relatos de Ana Maria de Santana Gonçalves moradora do bairro Jardim Felicidade, Zona Norte em Pirituba, desde 1952. Dona Ana se mudou com seus pais para morar no terreno do avô quando tinha 10 anos e desde então não deixou o bairro onde vive. Hoje é aposentada e vive na casa junto com a empregada/cuidadora Fátima.
Não há muitos registros de fontes seguras que nos tragam informações sobre o surgimento da Vila Medeiros, bairro periférico da zona norte de são Paulo.
Ao que tudo indica, entre os anos de 1909 e 1912 a família portuguesa Medeiros de Jordão sob o comando do patriarca Francisco Medeiros adquiriu um loteamento de aproximadamente 50 alqueires, uma enorme fazenda, que posteriormente daria origem ao bairro que carrega o nome da família até hoje.
O bairro da Vila Medeiros foi sendo construído e povoado, na grande maioria por operários. Naquela época, tudo só poderia ser feito a pé e só por volta da década de 50 uma linha de ônibus que ia até o Largo da Concórdia chegou na região.
Nos últimos anos, o bairro começou a entrar na rota de muitos amantes da gastronomia sertaneja. Quando se fala de comidas típicas nordestinas, logo se associa ao restaurante Mocotó. A família Oliveira encontrou no bairro periférico o local ideal para abrir seu pequeno comércio tradicional e familiar que, aos poucos caiu nas graças da vizinhança.
Pedra Corrida é uma pequena localidade de Minas Gerais, que tem muito mais a contribuir conosco do que possamos imaginar. “Contribuir com o quê, se nunca ouvi falar desse lugar?”, muitos perguntarão em tom irônico. A essa pergunta, responderemos que Pedra Corrida carrega registros históricos que infelizmente estão sendo apagados de nossa memória ancestral e, assim, nos deixam à revelia do que a modernidade traz, sem que haja um entendimento da influência entre interior e metrópole, entre passado e presente.
Esses registros carregam muito da religião católica em sua base e a visão pessoal de Dona Elza nos permite entender a influência que isso lhe trouxe; portanto, com essa entrevista e estudo, visamos resgatar culturas esquecidas com a globalização sem, contudo, colocar opiniões moralistas na pesquisa. E, para que veja esse resgate, basta clicar no link: https://pedra-corrida.blogspot.com/2021/11/pedra-corrida-resgate-de-um-brasil.html.
Rua Galvão Bueno, localizada no Bairro da Liberdade. Fonte: Viagens Cine
No bairro da Liberdade, localizado no centro de São Paulo, se concentra a maior comunidade asiática do país. O objetivo deste blog é fazer uma análise social para esclarecer a visão histórica do bairro.
Nesta análise, é abordada a origem dele, desde a relação que existe entre a Praça da Liberdade e os tempos de escravidão, a imigração japonesa através da chegada do navio Kasato Maru e o porquê da existência dos famosos mercadinhos e lojas da região. Além disso, também se explica como a geração atual ressignificou as finalidades do bairro de acordo com os sucessos e preferências dos dias de hoje, como o K-pop e os animes, mas a tradição segue firme através dos festivais anuais, como Tanabata Matsuri, Hanamatsuri, Toyo Matsuri e Moti Tsuki Matsuri.
Focando na Semiótica, de acordo com a Semiótica discursiva, através do Percurso de Geração de Sentido, e com a Semiótica Social (multimodalidade), baseado em Van Leeuwen e Kress, comentando sobre os signos que fazem com que o bairro seja visto como um pedaço do Japão no Brasil e visando a tradição e significação do bairro.
Para ver mais sobre este lugar cheio de cultura, visite Liberdade Semiótica.
Este trabalho de semiótica visa explorar, apresentar, discutir e indagar as perspectivas sobre um contexto de ressignificação: diante disso, o Museu da Língua Portuguesa foi escolhido como símbolo central dessa proposta.
Atribuindo: o verbo atribuir regido pelo tempo verbal gerúndio (NDO), possibilita as novas leituras e as novas perspectivas de signos diante de algo no mundo.
A tragédia (incêndio) que atingiu o Museu da Língua Portuguesa no ano de 2015 é passível de grandes análises que contém diversos olhares sobre um antes, um durante e um depois.
Como o Museu passa a ser visto após o incêndio de 2015? Quais os novos olhares e expectativas durante as restaurações? E a sua volta agora em 2021?
Muitas vezes o nosso olhar passa despercebido, deixando escapar detalhes, experiências, sentidos e signos. Acredito então, que esse é um aspecto reflexivo que a reabertura do Museu da Língua Portuguesa nos proporciona.
A história do Museu da LÍNGUA PORTUGUESA
Localizado na Estação da Luz, o Museu da Língua Portuguesa existe há 15 anos, desde 2006, e em 2021 ele nasce das cinzas! A sua reinauguração é mais ummarco na sua história.
O Museu da Língua Portuguesa tornou-se referência para grande parcela da população lusófona mundial, mobilizando-a e enriquecendo-a culturalmente.
A população lusófona é a comunidade que detêm a LÍNGUA PORTUGUESA como língua oficial ou dominante. Os países que falam o Português são: Brasil, Angola, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Moçambique, Macau, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor-Leste, Goa, Damão e Diu (estado da Índia ou, Índia Portuguesa).
Nossa língua no mundo – foto por Vitória Nogueira – MLP
Há mais de uma década, o MLP é detentor de grandes realizações, mesmo que, eventualmente, tenha apresentado também alguns hiatos, rupturas e descontinuidades inerentes ao risco da própria existência.
Mais do que tudo, a tarefa que se impôs ao longo da reconstrução do Museu soube considerar seu histórico de experiências como suporte, como uma inspiração da sua própria reinvenção.
O Museu abriu ao público pela primeira vez em 2006, tendo escolhido como sua casa a cidade de São Paulo, que abriga a maior população de falantes da língua portuguesa do mundo. A Estação da Luz foi um dos principais pontos de passagem dos imigrantes que chegavam ao país e, até hoje, é um espaço dinâmico de contato e convivência entre várias culturas e classes sociais, abrigando sotaques vindos de todas as partes do Brasil e regiões do mundo todo.
Em seus primeiros 10 anos de funcionamento, o Museu da Língua Portuguesa recebeu 3.931.040 visitantes, que puderam se conectar de forma lúdica e emocionante às origens do idioma, suas histórias e suas influências.
Foto: Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo
As propostas para o desenvolvimento da reconstrução e reinvenção do Museu da Língua Portuguesa partem de uma composição semântica: NossaLíngua – Língua Nossa.
Uma ideia que sugere convergir, contrapor e entrelaçar caminhos que permitam a definição, a delimitação, a expansão e o refinamento do repertório patrimonial do Museu da Língua Portuguesa, sustentando a dinâmica conceitual de seus respectivos programas museológicos e projetos institucionais.
“Um museu não é algo que possa ser recriado – mas pode, sim, ser reinventado”.
Foto: Fototeca do Museu da Língua Portuguesa – Museu da Língua Portuguesa em 2006 – Ano de sua inauguração
Foto: Fototeca do Museu da Língua Portuguesa – Museu ainda em construção – 2006
Foto: Fototeca do Museu da Língua Portuguesa – Exposição: GRANDE SERTÃO: VEREDAS – 2006
A ARTE GANHA A MÍDIA
Em 12 de dezembro de 2015 o Incêndio atinge o Museu da Língua Portuguesa.
Layout e criação por: Vitória Nogueira
O fechamento do MLP, no final de 2015, foi causado por um triste incêndio que destruiu todo o ambiente. No entanto, uma aliança entre o poder público e a iniciativa privada possibilitou o rápido início da obra, restaurando todo o patrimonio.
RESTAURANDO, RESSIGNIFICANDO, RESSURGINDO
As etapas de restauração do Museu da Língua Portuguesa iniciaram imediatamente após o incêndio de 2015. As ações de emergência iniciaram em 48 horas após o incêndio. E claro, de 2015 a 2021 o museu passou por diversas etapas, restaurações, ações governamentais, seminários, visitas, aprovações e alianças solidárias até que, em 31 DE JULHO DE 2021 a reabertura do museu acontece.
E durante todo o tempo em que o ambiente físico do Museu permaneceu “fechado” para a sua etapa de reconstrução, as atividades não cessaram totalmente:
• 2016: A exposição “Estação da Língua” retomou viagem como parte das atividades desenvolvidas pelo Museu da Língua Portuguesa paralelamente à sua reconstrução.
• 2017: Dia da Língua Portuguesa: A comemoração do Dia da Língua Portuguesa e da Cultura na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, na Estação da Luz, aconteceu nos dias 4, 5 e 6 de maio.
• 2018: O dia Internacional da Língua Portuguesa foi celebrado com programação cultural gratuita, na Estação da Luz.
• 2018 :O Museu da Língua Portuguesa realizou exposições itinerantes em Cabo Verde, Angola e Moçambique: Exposição Itinerante na África “A Língua Portuguesa em Nós”.
• 2019: O Museu da Língua Portuguesa promoveu o primeiro slam internacional da história da Flip, em 2019. A batalha de poesia falada Flip Slam.
E mais.
HISTÓRIA DO BAIRRO: LUZ
Bairro Luz
O núcleo paulistano faz parte do bairro Bom Retiro, e desde o século XIX, a região é conhecida pelos seus museus e pelas artes que ali exibe. A região já foi um Pântano e reconhecida como Campo de Guaré ou Caminho do Guarepe que, em na língua indígena, significa: matas em terras molhadas, já que o local era inundado pelos rios Tamanduateí e Tietê.
Estação da Luz. À direita da foto, o edifício do Liceu de Artes e Ofícios, hoje Pinacoteca. Postal de Guilherme Gaensly.
O nome Luz foi atribuído à região quando Domingo Luís, um dos primeiros povoadores da cidade de São Paulo, conhecido como “carvoeiro”, mudou-se para o local em 1601. Na ocasião, o paulistano que vinha do Ipiranga, construiu uma pequena capela em homenagem à sua santa de devoção: Nossa Senhora da Luz.
E logo em seguida, se tornou uma referência geográfica para os viajantes. O bairro da Luz ficou conhecido em homenagem à Santa.
Temporalmente, os pântanos foram aterrados, pontes edificadas e locais como o jardim da luz foi construído.
Jardim da Luz, o primeiro jardim público da cidade. Foto: Guilherme Gaensly.
As ferrovias e as implantações de ferros tomaram conta da região, visando ligar os cafezais do oeste paulista ao porto de Santos. Em 1860, a construção da ferrovia The São Paulo Railway Company foi iniciada, primeira estrada de ferro do estado de São Paulo que foi criada pela iniciativa do Barão de Mauá.
O Jardim da Luz foi o primeiro jardim público da cidade. Inaugurado em 1825, inicialmente como um Jardim Botânico, era o único ponto de lazer da cidade na época.
Em 1867, foi erguida a Estação da Luz que redefiniria toda a área central da nossa cidade, tornando-se um ponto-chave de ligação para todo o tráfego urbano e comercial de São Paulo.
Liceu de Artes e Ofícios c. 1897. Projeto de Ramos de Azevedo e Domiziano Rossi para o Liceu (1896), atual sede da Pinacoteca. Imagem: Wikipedia.
ESTAÇÃO HISTÓRICA DA LUZ
As obras da construção da estação da Luz – 1899 – Fototeca Museu da Língua Portuguesa.
A ESTAÇÃO DA LUZ É A CASA DO MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA!
O imponente prédio por onde circulava a economia cafeeira do século XX, hoje é o local de passagem de milhares de habitantes do país.
Esse edifício, cartão-postal da cidade de São Paulo, também abriga eventos de diversas naturezas e formatos: reuniões, confraternizações corporativas e sociais, incluindo casamentos e festas. Um verdadeiro patrimônio histórico, símbolo de uma cidade, de um país.
Inauguração da Estação da LUZ – 1901 – Fototeca Museu da Língua Portuguesa
Estação da Luz – 1902 – Fototeca MLP
Plataforma – Estação da LUZ – 1902 – 1902 – Fototeca MLP
Estação da Luz – 1905 – 1902 – Fototeca MLP
Inaugurada em 1 de março de 1901, a estação histórica da Luz passou por três versões até ser o que conhecemos hoje, projetada pelo arquiteto britânico Charles Henry Driver para a São Paulo Railway (a primeira ferrovia do estado de São Paulo, Brasil). O edifício abriga ainda o Museu da Língua portuguesa e em seus arredores, está a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Jardim da Luz, e a Sala São Paulo na Estação Júlio Prestes.
Atualmente, a estação é o coração de São Paulo, interliga e atende as linhas 7 (Expresso 10+) e 11 (Expresso Leste) da CPTM (Companhia Paulista de Trens) e o metrô de São Paulo, Patrimônio Cultural brasileiro. Neste ano de 2021, a estação completou 120 anos.
A estação recebe média de 250 mil passageiros por dia útil e os trens da CPTM realizam diariamente cerca de 840 viagens.
A estação da Luz é um centro vitoriano monumental, a região acompanha as diversas transformações da cidade. A Estação da Luz, uma das mais importantes estações ferroviárias de São Paulo, cuja arquitetura e relógio chamam atenção pela sua inspiração britânica e neoclássica.
Estação da Luz – 2019 – Google Imagens
Estação da Luz – 2019 – Google Imagens
EVENTOS E ATRAÇÕES – MUSEU DA LÍNGUA PORTUGUESA
“Sonhei em português!”
É o título da nova exposição temporária do MLP que será inaugurada em 12 de novembro 2021.
MLP lança filme em homenagem a Tom Zé.
Com uma produção do Centro de Referência do Museu da Língua Portuguesa, Tom Zé, um dos principais nomes da música brasileira, relembra histórias de sua infância em Irará.
A Exposição Principal do Museu da Língua Portuguesa retém:
Línguas do Mundo | Laços de Família | Rua da Língua | Beco de Palavras | Palavras Cruzadas | O Português do Brasil | Nós da Língua | Língua do Cotidiano | Falares | Língua Solta | O que pode a Língua? | Praça da Língua
Layout e fotografia por: Vitória Nogueira – Exposição Principal
SOMOS A LÍNGUA, SOMOS RESSIGNIFICADOS
“O Novo Museu da Língua Portuguesa está de volta com novas experiências para um contato emocionante com o nosso idioma”.
E você, de que forma vai olhar o Museu da Língua Portuguesa agora?
LOCALIZAÇÃO DO BAIRRO, MAPA E TRANSPORTE
Alocado na estação histórica da Luz, à 51 metros da Pinacoteca de São Paulo, em frente ao parque da Luz, à 350 metros do Memorial da Resistência.
O Bairro da Mooca é um dos bairros mais antigos da cidade de São Paulo e por isso possui uma cultura tradicional muito rica que permanece até os dias de hoje. Nesse blog iremos apresentá-lo com ajuda de depoimento dos moradores, fotos dos seus pontos principais, sua história de imigração (principalmente dos italianos), curiosidades e também sua culinária que não pode faltar, afinal como dizem os moradores “Mooca é Mooca e o resto é bairro!”.
A pesquisa foi feita acerca do bairro Itaquera, localizado na zona leste de São Paulo. A integrante Gabriela Costa entrevistou a dona Aparecida, de 57 anos, a qual mora em Itaquera há 30 anos. A entrevistada comentou sobre o bairro, citando suas mudanças no decorrer dos anos. Conforme o decorrer dos anos as ruas de Itaquera obtiveram investimentos em sua infraestrutura, sendo assim seu crescimento populacional foi uma consequência. Atualmente o bairro possui algumas organizações sem fim lucrativos, bibliotecas e áreas de lazer para moradores.
O Zoológico de São Paulo, localizado no endereço Av. Miguel Estéfano – 4241 – Água Funda, foi inaugurado em 1958 com a intenção de se mais um entretenimento à população. Seus primeiros animais exóticos foram comprados de um circo particular, os animais eram: leões, camelos, elefantas e ursos. Já os animais da fauna nacional como onças e galos da serra foram adquiridos em Manaus.
Acompanhando a sociedade, o zoológico também evoluiu seus propósitos, deixando de ser apenas um local de exposição de animais e se tornando uma instituição que visa preservar a fauna nacional, cuidar dos animais silvestres quando necessário e então fazer a reintegração da espécie na natureza. As ações do zoológico são feitas em cativeiro e natureza. A partir disto, o zoológico se torna um grande centro de conservação. O zoológico também abrangeu em seu currículo as áreas de pesquisa cientifica e gestão de educação ambiental, sendo pioneiro no Brasil ao se tratar de preservação da natureza.
O Zoológico de São Paulo está presente na mudança de noção da função do zoológico na sociedade atual. Foi uma das primeiras instituições a se dedicar em educação ambiental. O voltado para educação ambiental foi criado nos ano 2000, possui atividades com o público escolar e visitantes do zoológico, agora também inclui programas de inclusão social e projetos de preservação da fauna e natureza em parceria com a sociedade.
Em 2013 foi consolidado o Departamento de Pesquisar Aplicadas, tendo o seu laboratório como referência na América Latina. Em 2015 foi inaugurado o CECFAU – Centro de Conservação da Fauna Silvestre do Estado de São Paulo.
O Zoológico de São Paulo com o passar dos anos entendeu que não poderia apenas ser um local de exposição animal e entendeu o seu real papel não só no estado, mas no país como um todo, deixando assim de ser apenas um zoológico no meio da cidade.
O bairro da Liberdade, localizado no centro da cidade de São Paulo, abriga a maior comunidade japonesa da cidade. Apesar disso, é um local bastante diversificado com forte presença também de imigrantes chineses, coreanos, haitianos, bolivianos, entre outros, além de turistas. Sua história, que apesar de fortemente ligada à imigração japonesa no Brasil, possui raízes na época da escravidão. Até o século XIX, era conhecida como o Bairro da Pólvora e a atual Praça da Liberdade era até então conhecida como Largo da Forca, por ser um local utilizado para a execução da pena de morte.
Atualmente, o bairro é considerado um dos pontos turísticos mais populares do país. Atraindo diversos públicos que podem se interessar pela história da região, visitando as capelas, como também pela culinária, lojas e mercados especializados em produtos asiáticos assim como são atraídos pelos eventos típicos das culturas leste-asiáticas.